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Rolex Deepsea, mestre das profundezas

  • Publicado sexta-feira, 19 de março de 2010

A história do Rolex Deepsea começou em 1960, quando o batiscafo Trieste, pertencente à Marinha americana, desceu até a fossa das Marianas, na costa das Filipinas, a mais profunda depressão conhecida na face da Terra.

O batiscafo é um aparelho destinado à medição das profundezas dos oceanos. A bordo, dois homens: o tenente Don Walsh, no comando, e Jacques Piccard, explorador – filho de Auguste Piccard, físico suíço, explorador e inventor do batiscafo.

O Trieste foi protagonista de uma aventura que revolucionou para sempre as expedições em águas profundas. Ao emergir de uma profundidade de 10.916 metros (35.800 pés), o batiscafo estava em perfeito estado de funcionamento, exatamente como o protótipo Rolex Deep Sea Special que havia sido fixado ao casco, pelo lado externo do submersível, durante o mergulho. Esta experiência consolidou o lugar da Rolex na história como a marca dos relógios mais resistentes e confiáveis que o mundo já viu.

O Rolex Deepsea é resistente à água à profundidade máxima de 3.900 metros (12.800 pés) e tem diâmetro de 44 mm. Para garantir esta profundidade, a Rolex instalou um tanque hiperbárico, especialmente projetado para testar suas máquinas. Este equipamento de alta tecnologia foi desenvolvido e construído pela COMEX (Compagnie Maritime d’Expertise), uma empresa francesa internacionalmente conhecida, especialista em engenharia de equipamentos submersos e tecnologia hiperbárica, com a qual a Rolex tem colaborado por muitas décadas. Neste tanque, os relógios são submetidos a uma pressão referente à profundidade de 16.000 pés, ou seja, até 25% maior do que a profundidade indicada no dial. Cada Rolex Deepsea fica em teste no tanque hiperbárico por 90 minutos.

Para obter a vedação perfeita, a Rolex desenvolveu e patenteou, especialmente para o Deepsea, o Sistema Ringlock. Este sistema é composto por 3 elementos: o primeiro é um aro de suporte composto de nitrogênio e aço inoxidável, praticamente indestrutível.

O segundo elemento é um vidro de safira curvado com 5 mm de espessura, que protege a frente do relógio, garantindo extrema solidez à parte externa.

O terceiro elemento é o fundo da caixa produzido de uma liga de titânio grau 5, que fecha hermeticamente o sistema tornando-o praticamente impenetrável. O titânio foi escolhido porque apesar de ser muito rígido é também flexível, o que faz com que a própria pressão da água feche hermeticamente a caixa, forçando os componentes a uma crescente coesão à medida que aumenta a profundidade do mergulho. Materiais mais rígidos, porém menos flexíveis como a cerâmica, se quebrariam sob imensa pressão.

Nos mergulhos em grandes profundidades, os mergulhadores utilizam câmeras hiperbáricas, nas quais, respiram uma mistura de hélio, oxigênio e hidrogênio. Constituídos de minúsculos átomos, o gás hélio penetra sem dificuldade em qualquer relógio. Na volta dos mergulhos, os estágios de descompressão não são tão longos, e o gás hélio permanece no interior dos relógios, provocando um aumento da pressão interior. Relógios são feitos para resistir à pressão externa, isto é, sofrendo pressão de fora para dentro. Quando este quadro se inverte, e a pressão é feita de dentro para fora, o vidro pode trincar ou pular para fora da caixa. Porém, no Rolex Deepsea isso não acontece. No lado esquerdo da caixa existe uma Válvula de Hélio, desenvolvida especialmente para fazer a descompressão deste gás. Para isso, quando a diferença de pressão entre as partes interna e externa alcança 3 bars, uma mola de superliga de cobalto é comprimida e libera a pressão interna.

Equipado com o Chromalight, material luminescente de alto desempenho, o Rolex Deepsea emite uma luz azul no zero da luneta (de cerâmica preta), nos mostradores de hora do dial e nos ponteiros.

O Rolex Deepsea possui pulseira com duplo dispositivo de extensão. O fecho Rolex Glidelock, patenteado pela Rolex, que permite aos mergulhadores ampliarem o comprimento da pulseira em até 18 mm, com graduações intermediárias de 1,8 mm. Além disso, existem os elos de extensão Fliplock, com 26 mm suplementares para ajustes. Estes dois sistemas permitem que o relógio seja usado com segurança e conforto sobre qualquer traje de mergulho, por mais espesso que seja.

Robert Scheidt, maior iatista brasileiro, entra para o time de embaixadores da Rolex, formado por profissionais que desenvolvem suas atividades com excelência, precisão e busca pela perfeição, qualidades impressas na história da marca. Para selar a parceria, o esportista acaba de receber o seu primeiro relógio entregue pessoalmente pelo Diretor Geral da Rolex no Brasil, Stephan Meili: um lindo Rolex Deepsea.

Com 185 pódios no currículo, Scheidt se une aos iatistas Paul Cayard, Paul Elvström, Gary Jobson e Sofia Bekatorou, além de grandes nomes do esporte mundial, como o cavaleiro Rodrigo Pessoa e o campeão do tênis Roger Federer. Atualmente a Rolex está presente em mais de 150 competições de golfe, iatismo, tênis, hipismo, automobilismo e manifestações artísticas e culturais diversas.

A marca segue seu caminho, ganha história e acumula prestígio sem nunca se distanciar de sua essência: todos os esforços em busca do melhor resultado e, se possível, da perfeição.

Preço: US$ 9.800 (sem impostos e frete)

Para conhecer melhor o Rolex Deepsea, visite o site: www.rolex.com

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