Links Especiais:

Relógio Cartier La Doña, um clássico

  • Publicado sexta-feira, 23 de abril de 2010

Com a coleção feminina La Doña, a Cartier presta uma homenagem à linda atriz María Felix, que fez sucesso nos anos 1950, a época de ouro do cinema mexicano.

Seu pai era um descendente da tribo Yaqui e sua mãe espanhola. María Felix nasceu no México, mas foi educada e criada nos Estados Unidos, na cidade de Pico Heights, na California. Em 1943, ela protagonizou o drama romântico Doña Bárbara, de onde saiu seu apelido carinhoso – La Doña. Por ser uma linda e influente mulher, ela foi homenageada por cantores, pintores, além de ser muito desejada pelos homens da época. Designers famosos como Christian Dior, Yves Saint Laurent, Chanel e Hermès enviavam roupas e acessórios para que ela desfilasse pelas festas e eventos.

Vivendo uma vida glamorosa, María Felix tornou-se uma grande colecionadora e connoisseur de jóias exclusivas, incluindo um dos maiores diamantes do mundo – um puríssimo “Ashoka” de 41,37 quilates. Em 1968, ela estabeleceu seu relacionamento com a grife Cartier, encomendando um colar de diamantes em forma de serpente. O resultado foi uma serpente, completamente articulada, feita em platina e ouro branco e com 178,21 quilates de diamantes incrustados, uma verdadeira e impressionante obra de arte. Outra peça memorável de sua coleção, também confeccionada pela maison Cartier é um colar feito em ouro e coberto por 1023 diamantes amarelos e 1060 esmeraldas, que formam dois crocodilos e que adornaram o pescoço de María Felix em ocasiões muito especiais.

María Felix faleceu em 2002, deixando um legado importante para o cinema mexicano e espanhol, uma vez que nunca participou de nenhum filme rodado em Hollywood. Seu acervo de jóias passou a fazer parte da exposição The Art of Cartier Collection, com exibição em diversos museus de todo o mundo. Nada mais natural para Cartier do que prestar uma homenagem a esta marcante personalidade que foi María Felix, com a coleção La Doña.

O relógio com referência WE60050I, conta com caixa trapezoidal (33,7 x 28 mm), confeccionada em ouro rosa 18 quilates e abriga o consagrado movimento a quartzo calibre 690 de Cartier. O botão de corda tem formato octogonal, também em ouro rosa 18 quilates e possui um lindo diamante em seu acabamento.

Resistente a 30 metros de profundidade, o La Doña de Cartier possui dial cinza com detalhes guilloché que proporcionam o efeito dos raios solares. Os números romanos estão dispostos em diferentes tamanhos, marcados em preto, ao redor de um indicador de minutos, estilizado como um trilho de trem (‘chemin de fer’). Os ponteiros em aço têm formato de espadas e foram pintados em azul escuro para contrastar com os demais elementos do dial.

Protegendo este lindo mostrador há um cristal de safira com tratamento anti-reflexo. A luneta em ouro rosa 18 quilates possui diamantes em corte brilhante incrustados em toda a sua extensão.

A pulseira em ouro rosa 18 quilates se assemelha ao contorno do corpo de um crocodilo, com gomos que imitam as escamas dos répteis preferidos de María Felix, como se eles sensualmente pudessem se enrolar em seu pulso. Possui fecho tipo deployant.

O relógio La Doña de Cartier é um belo tributo a María Felix, a diva do cinema mexicano, uma mulher muito extravagante e de personalidade marcante, que apreciava os crocodilos e répteis como animais de estimação.

Preço: US$ 39.500 (sem impostos e frete)

Para maiores informações, visite o site: www.cartier.co.uk

O vídeo corporativo abaixo mostra algumas variações do modelo La Doña de Cartier, com lindas imagens de María Felix